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Lojas e marcas

Victoria’s Secret lança campanha de inclusão — mas não escapa às críticas

Muito se tem debatido sobre a marca e a sua posição.
Nova campanha.

A marca Victoria’s Secret tem sido alvo de várias críticas nos últimos meses devido à sua posição em relação às mudanças no mundo da moda. O seu antigo diretor de marketing, Edward Razek, deixou a empresa em agosto após uma entrevista à revista “Vogue” (em novembro de 2018) onde fez comentários bastante polémicos sobre modelos transgéneros.

Durante o verão, a marca contratou a sua primeira modelo trans, Valentina Sampaio. E, este mês, lançou uma campanha, em parceria com a empresa inglesa Bluebella, que conta com modelos transgénero e plus size, noticia a “Cosmopolitan”.

As modelos Ali Tate Cutler, May Simón Lifschitz, Olivia Sang, e Laura Rakhman-Kidd participam nesta que é a primeira campanha de inclusão da marca e serão as primeiras fotografias com este género de diversidade a serem divulgadas nas lojas.

Apesar de ser um passo na direção que muitos seguidores reclamavam, a marca não foi poupada a críticas. Por um lado, é apontado o facto de não ter sido a Victoria’s Secret a contratar estas modelos, mas sim a Bluebella; depois, várias pessoas no Twitter criticam o facto de a marca categorizar um tamanho L como plus size (apesar de a linha à venda ir até ao tamanho XL).

“Tamanho 14 [L] mal é uma mulher plus size. Isto é fazer o mínimo possível”, lê-se numa publicação no Twitter.