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Babymood: a nova marca de roupa de bebé em que todas as peças são reversíveis

Casacos, calções, vestidos, fofos e calças feitos com tecidos e padrões diferentes de cada lado.
Roupas fofinhas para os bebés.

Quando descobre que vai ter um bebé, é inevitável começar a pensar no enxoval do novo membro da família. São tantas peças queridas e fofinhas que é quase impossível os pais (e toda a família) não se excederem nas compras. O pior é que os miúdos crescem e nem chegam a usar todos os looks. Para evitar o desperdício, a marca Babymood desenhou roupas totalmente reversíveis. Todas podem ser usadas dos dois lados, o que aumenta a vida útil de cada peça.

Passar o tempo entre costuras é o hobby favorito de Margarida Borges, a responsável pela Babymood, desde os 15 anos. Certo dia, pediu à mãe a máquina de costura emprestada e começou a ver tutoriais na Internet. Aprendeu a criar bolsas, capas para livros e estojos. Além disso, a mãe ficou contente por alguém finalmente dar uso à máquina que estava abandonada.

O passatempo da adolescência fez Margarida, agora com 29 anos, escolher a licenciatura em design quando chegou a altura de decidir o caminho profissional. A ideia era fazer um mestrado em design de moda a seguir, mas como não conseguiu um emprego na área, foi obrigada a desistir.

“Quando saí da faculdade, em 2013, só consegui estágios não remunerados. Para ganhar algum dinheiro, comecei a trabalhar na loja da Benetton, onde fiquei durante quatro anos, mas ainda tinha o sonho de fazer algo relacionado com a minha atividade profissional”, conta Margarida Borges à NiT.

Durante este tempo, a designer tirou vários cursos de corte e costura para aperfeiçoar o que tinha aprendido online. Depois de passar pela modelagem, acumulou conhecimento a fazer vestidos para as amigas irem a festas de casamento.

“As minhas amigas foram as primeiras modelos. Nós íamos juntas às lojas para escolher o tecido e eu costurava os sem cobrar nada. Era mesmo um prazer.”

Margarida usou as economias e o dinheiro que recebeu quando deixou o emprego para investir na Babymood, que criou em dezembro de 2018. Começou a fazer roupas de 0 a 12 meses, mas os clientes pediram tamanhos maiores. A partir daí passou a vender artigos para bebés até 36 meses. O símbolo da marca é um unicórnio que “representa a magia das peças dois em um”, explica Margarida.

“Sempre gostei dos pormenores das peças e, por isso, escolhi fazer roupas para miúdos. Como nunca gostei de deixar as costuras visíveis, percebi que os bebés poderiam usá-las dos dois lados. Dá muito mais trabalho, mas ficam muito mais giras.”

As roupas e acessórios — tudo é feito exclusivamente por Margarida — podem ser comprados através das páginas da loja no Facebook e no Instagram. Há calças e calções por 30€, vestidos por 28€, tapa fraldas por 23€ e fofos que custam 35€. A Babymood envia as encomendas para qualquer lugar da Europa através dos correios.

A próxima coleção vai incluir fitas para a cabeça, prende chuchas e babetes. A designer e responsável pela marca vai fazer um curso de fatos de banho e promete novos looks reversíveis de praia para o verão.

Quem manda nisto tudo?

Nome: Margarida Borges
Idade: 29 anos
Marca favorita: Gosto muito das lojinhas com roupinhas feitas à mão.
Guilty pleasure: Passar o tempo a costurar.
Convença-nos a conhecer a marca: “Se querem acreditar em magia, têm que visitar nossa página.”

Carregue na galeria para conhecer algumas das peças da Babymood.

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