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Senhoras e senhores, este é o comboio do futuro onde se viaja como se estivesse em casa

Projeto tem em conta os desejos dos passageiros. A ideia é ter módulos ou espaços para cada atividade ou estado de espírito.

Um módulo é para o convívio.

Já que biliões de pessoas, por dia, passam milhões de horas em comboios, não haverá uma maneira melhor de os rentabilizar, tornar mais confortáveis, tornar o tempo que lá se perde num tempo útil, porém simpático e confortável? Há, não para já mas para 2025, e isto se avançarem os planos para os comboios do futuro que foram agora apresentados, na Holanda.

Já faltou mais: o protótipo criado por designers holandeses e pela Gispen foi apresentado, as empresas só têm de mostrar interesse e a fornecedora diz que o tem pronto em sete anos — e depois é esperar que as companhias nacionais invistam e o agarrem, também.

Até lá, resta-nos saber como tudo poderá ser, nestas viagens com espaço para relaxar, estender as pernas, ver filmes, trabalhar no portátil, falar ao telemóvel, estar com amigos e muito mais.

Segundo o “Daily Mail“, a pedido da empresa da empresa ferroviária NS, um grupo de designers holandeses uniu-se para criar o “comboio do futuro”, em resposta a um inquérito às pessoas sobre quais os desejos para o seu comboio ideal. 

Uma zona ao género escritório.

Os passageiros listaram seis categorias de atividades que gostariam de ver no comboio do futuro e foram divididos, numa apresentação em Eindhoven, pelos que preferiam trabalhar ou estudar durante a viagem, os que gostam de atividades relaxantes, como ler, assistir a um filme ou jogar um jogo ou os que preferem atividades sociais, como telefonar, desfrutar de viagens e conversas.

O projeto da Mecanoo e Gispen, que ainda está em desenvolvimento, poderá ter vários módulos ou zonas ajustáveis, consoante as necessidades ou estado de espírito dos passageiros, e em cada zona consegue fazer-se melhor o que se quer fazer: trabalhar, em sossego; conviver, com quem assim o queira no módulo próprio; jogar.

Há também um módulo com espaço para ir de pé junto a bicicletas e bagagem e bancos reclináveis. Segundo o “DM”, a ideia é pensar um comboio como uma casa: não com bancos iguais e sucessivos, mas em módulos ou espaços para cada atividade.

Espaço para bicicletas.