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O Arco do Triunfo de Paris era para ser um elefante (e há outros projetos rejeitados)

Da Ópera de Sydney à Ponte da Torre em Londres, há locais turísticos que eram para ser completamente diferentes.

Quem chega pela primeira vez a Paris não precisa de abrir o Google para ter a certeza que está a olhar para o Arco do Triunfo. Tal como a Ponte da Torre, em Londres, ou Lincoln Memorial, em Washington, há locais que são de tal forma turísticos que toda a gente é capaz de os reconhecer — mesmo que nunca se tenham “encontrado” antes.

A empresa GoCompare realizou uma série de ilustrações que mostram como eram para ter sido alguns dos principais marcos turísticos do mundo. Por outras palavras, estes são os projetos que foram rejeitados. É o caso do elefante proposto pelo arquiteto Charles Ribart para celebrar as vitórias militares de Napoleão, e que acabou num arco.

Há mais. Em 1876, o órgão governamental City of London Corporation teve de analisar mais de 50 projetos para a ponte construída sobre o rio Tâmisa. Uma delas pertencia a F. J. Palmer, e era composta por plataformas amovíveis. Não foi o vencedor.

Arco do Triunfo, Paris (França)

Construído para celebrar as vitórias de Napoleão Bonaparte, o Arco do Triunfo começou a ser construído em 1806 e foi inaugurado em 1836. Situado na praça Charles de Gaulle, era para ter uma aparência completamente diferente daquele que conhecemos hoje. O projeto rejeitado foi apresentado em 1758 pelo arquiteto Charles Ribart.

O elefante era para ter três níveis, que seriam acessíveis através de uma escadaria em espiral. O governo francês não gostou da ideia, apesar de mais tarde ter dado instruções para que fosse construído um outro monumento com a forma de uma elefante. Falamos do Elephant of the Bastille, construído em 1813 e demolido em 1846.

alternativa
realidade

Ponte da Torre, Londres (Reino Unido)

Construída sobre o rio Tâmisa, a Ponte da Torre foi inaugurada em 1894. Um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, o monumento que apareceu em filmes como “O Diário de Bridget Jones”, “007 — O Mundo Não Chega” ou “O Regresso da Múmia” poderia ter um aspeto completamente diferente.