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O roteiro perfeito para fazer uma escapadinha em Cracóvia

A cidade polaca tem estado em destaque em vários guias internacionais. A NiT diz-lhe o que ver, comer e onde dormir.
É das pérolas que tem de conhecer na Polónia.

Há várias cidades na Polónia que vale a pena conhecer. Cracóvia é, sem dúvida, uma das delas, até porque tem várias histórias e lendas para contar. Existem museus, dragões que cospem fogo, trompetistas a tocar no alto de uma torre a todas as horas e a maior praça medieval da Europa. Sim, está tudo aqui. Isto para não falar do campo de concentração de Auschwitz, um dos motivos por que muitos visitam a cidade.

Assim se percebe que em Cracóvia existam tantas empresas que fazem excursões até Oświęcim, o nome polaco para Auschwitz. É possível visitar os campos, símbolo do Holocausto e da Segunda Guerra Mundial. Do portão onde se lê “Arbeit macht frei” (o trabalho liberta) aos vagões e área de museu, há muito para descobrir e lembrar o passado.

Já mesmo na cidade, tem de visitar o Wawel, o castelo no alto da colina, o museu subterrâneo e as margens do rio Vístula. Comer é sempre uma parte importante de uma qualquer viagem à Polónia. Os pierogi são obrigatórios, assim como os pączki, uma espécie de bolas de Berlim com recheios de fruta.

O melhor mesmo é seguir o roteiro da NiT para saber do que estamos a falar. 

O que visitar

Wawel

Fica no topo de uma colina na cidade de Cracóvia, na margem esquerda do rio Vístula. É aqui que se encontra a catedral onde foram sepultados (e antes coroados) os vários reis do país. O espaço tem jardins no exterior e até uma escultura em miniatura que representa aquela zona. No topo da catedral está um sino com 13 toneladas que, dizem, é possível ouvir a uma distância de 30 quilómetros.

Basílica de Santa Maria

É um dos edifícios mais marcantes da praça central da cidade, a Rynek Główny. Durante a época medieval, foi uma das maiores praças da Europa. É no cimo desta torre que, a cada hora, um homem toca com um trompete aquele que é conhecido como o Hejnał Mariacki. O som é repetido para os quatro pontos cardeais. A última nota termina repentinamente, já que é uma homenagem ao trompetista que, em 1241, avisou a cidade da chegada de uma invasão — e que acabou por ser morto por uma flecha. É melhor estar do lado exterior para ouvir. Lá dentro, tem a basílica onde é proibido tirar fotos durante as missas.