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Cocorico Luxury GuestHouse: o novo espaço do Porto é uma ode a Portugal, à França e ao vinho

O primeiro investimento do grupo Millésime fora de França é no norte do País. A nova unidade abriu a 2 de julho.

O grupo detentor da nova GuestHouse do Porto chama-se Millésime porque todos os seus espaços têm uma história, “uma alma a que o grupo associa uma data, um milésimo de tempo”. São histórias e locais de viagens, sempre ligadas ao vinho: cada unidade é em zonas vínicas — Bordéus, Reims e agora Porto.

Philippe Monnin e Alexandra Patek criaram em 2015 o primeiro espaço do Grupo, uma casa de férias em Arcachon, perto de Bordéus, depois de comprarem o edifício em 2014. Atualmente, têm sete hotéis e oito restaurantes em França, mais de 150 funcionários e acabaram de abrir, no passado dia 2 de julho, a sua primeira unidade fora de território francês, e logo no nosso Porto.

O Cocorico Luxury GuestHouse e Restaurante fica no centro da cidade, próximo da Praça da Batalha, em dois edifícios totalmente recuperados, um para o alojamento e outro para um espaço de restauração de autor.

O investimento rondou os três milhões de euros e na nova GuestHouse encontra 10 quartos e suítes, divididos em sete quartos duplos e três familiares. O conceito é uma homenagem às cores de Portugal e da França, representada na decoração de cada local.

O design é inspirado nas tonalidades da região do Douro, na experiência de viajar, com o edifício a sofrer uma restauração total mas com o cuidado de conservar a traça e a arquitetura portuguesas.

Alexandra e Filipe, José e Joséphine, Catarina e Benoit, amantes franceses e portugueses, dão nome e alma aos 10 quartos e suítes, concebidos em sua honra e em homenagem aos laços ancestrais entre os dois países.

Nos andares, os quartos dão uma sensação de espaços abertos, com uma luminosidade incrível graças a um enorme pé alto e grandes janelas.

Os quartos do lado da rua têm pequenas varandas e vistas dos edifícios antigos do Porto; os do terraço estão localizados no primeiro e no segundo andar e equipados com grandes varandas. Os dois quartos do terceiro andar têm vista para os telhados do Porto. 

Nos três espaços familiares há uma área individual pensada para duas crianças e dois deles destacam-se ainda por terem uma casa de banho extra grande, com chuveiros duplos, que cria uma ligação original com o sítio onde está a cama.

“No Porto, as pessoas serão convidadas a vivenciar uma experiência singular, dado que  a casa transmite a sensação de se estar num outro lugar, como uma pausa. Cada um dos nossos espaços é único e a unidade do Porto é ímpar pela escolha cuidada de cores, de materiais, pelos próprios quartos”, explica Philippe Monnin.

A cidade portuguesa surgiu porque, após o investimento em Bordéus, o grupo decidiu estender-se a outras regiões vinícolas onde encontraram oportunidades. A chave de cada projeto teve início na descoberta de um edifício antigo a um preço justo que fosse convidativa ao investimento, mas sempre seguindo as vinhas. Foi, assim, “natural o investimento no Porto, encontrando um País e uma cidade em expansão, edifícios para restaurar e constituindo uma das mais famosas regiões vitivinícolas do mundo”, acrescenta.