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Na cidade

Jardins da Gulbenkian vão transformar-se num oásis de arquitetura moderna

O projeto de Kengo Kuma pretende renovar e ampliar o edifício da Coleção Moderna, tal como a sua área circundante.
O projeto é de um arquiteto japonês.

Em 2021, os jardins da Gulbenkian vão ficar maiores e passar a ter novas entradas. O projeto foi desenvolvido pelo arquiteto japonês Kengo Kuma e o paisagista libanês Vladimir Djurovic, vencedores do concurso internacional para a remodelação do espaço.

Além das novas entradas a sul, o edifício da Coleção Moderna vai ser renovado e ampliado, tal como a sua área circundante.

O projeto.

Para celebrar os 50 anos das estruturas e do jardim, que se celebram este ano, a Fundação Calouste Gulbenkian está a promover um programa que inclui uma sessão de apresentação da obra, a 10 de dezembro (terça-feira), onde vai estar Kengo Kuma.

O concurso internacional de ideias para o alargamento do jardim foi lançado em 2019 e pedia uma resposta para quatro pontos essenciais: a nova entrada no parque; a introdução de uma nova área de jardim; o acesso ao edifício da Coleção Moderna; e a ampliação da área da Coleção Moderna, além do seu atravessamento.

Dos 12 ateliês de arquitetura que participaram, o júri escolheu Kengo Kuma por unanimidade. O arquiteto japonês já recebeu prémios da indústria e desenvolveu projetos como o Besançon Art Center and Cité de la Musique, em França, e a exposição Yusuhara Wooden Bridge, no Japão. Vladimir Djurovic, por seu lado, desenhou os exteriores do MAAT e da sede da EDP, em Lisboa.

Vai ter novas áreas de jardim.