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Na cidade

Vem aí a “Cidade da Água” em Almada: o maior projeto desde a Expo98

Nos terrenos da Lisnave vão nascer casas, comércio, serviços, espaços culturais, marina, terminal fluvial, hotel e um museu.
Vai reabilitar uma zona de antigos estaleiros.

É do outro lado do rio de quem está em Lisboa, na Margem Sul do Tejo, que vai nascer um novo projeto imobiliário, nos antigos terrenos da Lisnave. Na “Cidade da Água” está prevista a construção de casas, comércio, serviços, espaços culturais, uma marina, um terminal fluvial, um novo hotel, um museu e um centro de congressos.

O gigante projeto tem sido nos últimos anos apresentado a investidores nacionais e internacionais e, até ao final de junho, será lançado o concurso público. Não há valores confirmados, mas o jornal “Expresso”, que cita fontes do setor, aponta para que o investimento ascenda aos 1,5 mil milhões de euros — o maior do País. 

Setembro é o prazo limite para apresentação de propostas.

Durante o mês de julho o grupo da Baía do Tejo prevê realizar sessões individuais com potenciais interessados. Até ao final de setembro, irá receber as propostas. Entre os meses de outubro e novembro, será realizada a audiência prévia e a decisão da adjudicação, estando essa notificação marcada para o início de dezembro.

Sérgio Saraiva, administrador da Baía do Tejo, disse que o promotor imobiliário que ficar com o projeto terá de suportar todos os custos das infraestruturas que serão construídas, incluindo a construção da marina e do terminal fluvial.

Para a venda em bloco estarão pensadas três parcelas. A parcela A, correspondente ao antigo estaleiro da Lisnave, terá 402.509 metros quadrados. A parcela B, 57.446 metros quadrados. E a parcela C, 4.300 metros quadrados. O total é de 464.565 metros quadrados.

Futura zona ribeirinha.