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Beato: de cemitério de fábricas a zona super cool

É uma das zonas da capital a fervilhar. No Beato, em tempos abandonado, há restaurantes, galerias, bares e cafés novos. A NiT faz-lhe o roteiro certo.

Durante anos foi o ponto de passagem para quem estava de saída de Lisboa. Em tempos profundamente industrializada, praticamente fora da cidade, a zona do Beato parecia destinada ao abandono. Ali surgiram as primeiras vilas operárias, nascidas dos escombros de antigas quintas e de vários palacetes, mas nos anos 70 era conhecida como o “cemitério das fábricas”. 

Se a zona Oriental de Lisboa — em particular o Parque das Nações — foi dos melhores exemplos de regeneração urbana, em muito graças à Expo’98, as freguesias do Beato, Xabregas, Marvila permaneceram esquecidas durante vários anos. A revolução foi chegando aos poucos, em espaços como o antigo Mercado de Xabregas, hoje alberga as instalações da escola de artes Ar.Co.

Quem lá passa não deixa de sentir esse peso da história, visível nas fachadas das antigas fábricas, com as suas inscrições de outros tempos. Mas é apenas fachada e aparência, porque para lá da porta destes edifícios de arquitectura antiga há espaços novos que vale a pena visitar. O Hub Criativo do Beato, por exemplo, está instalado num antigo complexo fabril do Exército Português. Mas há muito mais para descobrir. 

Vai uma aposta? Carregue na fotogaleria e comece a fazer planos.