Viagens

Ryanair admite despedimentos em Portugal e redução da operação no País

Em abril, a companhia pediu o lay-off simplificado, considerando-o indispensável para a preservação dos postos de trabalho.
Há novos ajustes.

Com o setor do turismo e da aviação a fazer contas ao embate da pandemia do coronavírus, a Ryanair está a reavaliar a sua operação em Portugal, admitindo avançar com despedimentos e com a redução da frota no País.

Segundo a Lusa, esta terça-feira, 12 de maio, depois de anunciar a retoma das suas operações em julho, a low cost irlandesa explicou que está a ponderar vários cenários e a reunir com sindicados. O que será determinante para o número de despedimentos será o total de aeronaves baseadas em Portugal que serão retiradas de circulação, neste futuro próximo que se estima com muitos menos viajantes em todo o mundo.

Em abril, a companhia instaurou o lay-off simplificado em Portugal, considerando o recurso à medida como indispensável para a preservação dos postos de trabalho no país mas agora fala em “ajustar a sua atividade à nova realidade”.

Esta terça-feira, a low cost anunciou que planeia retomar 40 por cento da sua operação no dia 1 de julho, se as fronteiras e as restrições nas viagens assim o permitirem nessa data. No entanto, o regresso das suas travessias irá ser implementado com várias medidas face à pandemia do novo coronavírus.

Entre elas contam-se o uso obrigatório de máscara, (por parte de passageiros e tripulantes), o acesso à casa de banho apenas através de pedido prévio (para evitar filas à porta), e a prestação de informações sobre as viagens por parte dos passageiros.

Além disso, a Ryanair impõe uma medida temporária para os passageiros que viajem em julho e agosto. Será necessário preencher dados, no check-in, sobre a duração da visita e a morada de alojamento durante a estadia noutro país da União Europeia.

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

NiTfm

AGENDA NiT