Viagens

Passageiros da Ryanair terão de informar onde vão dormir entre julho e agosto

Além disso, os passageiros terão de dizer a duração da visita. Dados irão ser passados aos governos da União Europeia.
Há novas políticas de viagem.

A Ryanair planeia retomar 40 por cento da sua operação no dia 1 de julho, se as fronteiras e as restrições nas viagens assim o permitirem nessa data. No entanto, o regresso das suas travessias irá ser implementado com várias medidas face à pandemia do novo coronavírus, avança o “Público”.

Entre elas contam-se o uso obrigatório de máscara, (por parte de passageiros e tripulantes), o acesso à casa de banho apenas através de pedido prévio (para evitar filas à porta), e prestação de informações sobre as viagens por parte dos passageiros.

Segundo a empresa, citada pela mesma publicação, serão também viagens com menos bagagem de porão, check-in online, apresentação do cartão de embarque no telemóvel, controlos de temperatura à entrada do aeroporto e uso de máscara no terminal.

Além disso, a Ryanair impõe uma medida temporária para os passageiros que viajem em julho e agosto. Será necessário preencher dados, no check-in, sobre a duração da visita e a morada de alojamento durante a estadia noutro país da União Europeia.

“Estas informações de contacto serão fornecidas aos governos para ajudar a controlar eventuais medidas de isolamento impostas aos visitantes de voos intracomunitários”, explica Eddie Wilson, presidente-executivo da transportadora, citada pelo “Público”.

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