Viagens

A pandemia pode obrigar a acabar com a bagagem de mão nos aviões

Segundo o "El Mundo", a Agência Europeia para a Segurança da Aviação recomenda que se passem a despachar todas as malas para o porão.
É aconselhado despachar a bagagem.

Habituamos-nos a elas, de tal maneira que, para muitos, viajar deixou de ser uma experiência associada a gigantes malas, onde coubesse tudo o que nos poderíamos lembrar; para passar a ser um exercício de conseguir enfiar o essencial numa mala que possa ir connosco na cabine, não tendo de passar pelo porão.

Há toda uma indústria comercial em torno das bagagens de mão, esse importante acessório que nos livra da espera nos tapetes no final de um voo e que elimina os riscos de perda dos nossos bens mais preciosos;: desde os modelos das próprias malas, a equipamentos para as medir ou pesar e garantir que cabem na cabine. Mas tudo isto poderá acabar.

Segundo adianta o “El Mundo” num artigo desta segunda-feira, 29 de junho, a Covid-19 pode limitar, ou até acabar, a prática de transportar bagagem de mão dentro do avião. A AESA, Agência Europeia para a Segurança da Aviação, terá aconselhado, na sua última carta de recomendações ao setor perante a pandemia, que a bagagem seja despachada.

Especificamente, diz o jornal espanhol, recomenda-se que “os passageiros sejam incentivados a concluir os processos de check-in antes de chegar ao aeroporto”. Recomenda-se fazer o check-in online, levar o cartão de embarque no telemóvel, etiquetar a bagagem fora do aeroporto e minimizar a quantidade de bagagem de mão transportada na cabine, o que ajudará a reduzir o contato com funcionários e infraestruturas.

“Nesse sentido, é recomendável levar sua bagagem de mão preparada antes de chegar o aeroporto para minimizar o tempo necessário para superar os procedimentos”, afirmou a agência.

Várias companhias aéreas já estarão a acomodar essas recomendações que para já são apenas isso: conselhos, que cada país ou empresa poderá, ou não, adoptar.

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

AGENDA NiT