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Jessica Athayde conta tudo sobre a sua viagem de sonho às Maldivas

A dois meses de ser mãe, a atriz foi descansar num dos locais mais bonitos do mundo. E revelou a experiência à NiT.
Umas férias de repouso e serenidade.

A dois meses de ser mãe pela primeira vez e de poder segurar o Oliver nos braços, decidi viajar até às Maldivas com o Diogo [Amaral] e um amigo para descansar no paraíso. Sim, paraíso: as Maldivas é um dos meus lugares favoritos no mundo e é perfeito para mergulhar, dormir e mergulhar outra vez. Uma vez que já lá tinha ido, desta vez apostei num hotel que fosse mais direcionado para pré-mamãs e famílias. Por isso, escolhi o Kanuhura Maldives, que acabou por se revelar sinónimo de perfeição, atenção ao detalhe e sublime na arte de bem receber.

Escolhi este destino por não ser muito longe e, como sempre, recorri à minha agência de viagens Checkin para tratar de tudo. Confesso que não sou pessoa que adora planear e marcar viagens.

Correu tudo bem com os voos e à chegada a Malé (capital das Maldivas), fomos recebidos logo no aeroporto por um membro do staff do Kanuhura que, além de ficar com as nossas malas, tratou de todos os procedimentos para apanharmos o próximo meio de transporte — o hidroavião. Após este check-in, fomos levados para uma sala reservada do hotel na zona de espera dos hidroaviões. Fruta fresca, água, café e alguns doces estavam à nossa espera enquanto nos protegíamos dos 32 graus que se faziam sentir lá fora e da humidade a bater níveis históricos.

45 minutos depois e à hora do pôr-do-sol, chegávamos ao paraíso e fomos recebidos por uns oito membros do staff, de sorrisos abertos, para nos oferecerem uma toalha fresca, um sumo de fruta e, claro, boleia num buggy até aos nossos quartos.

Bom, o quarto era um sonho, imaginem uma casa de sonho com piscina privada e diretamente no areal, com espreguiçadeira e chapéu só para nós. A atenção ao detalhe no quarto, o mega closet e, claro, a casa de banho ao ar livre com uma das banheiras mais bonitas de sempre.

Sem dúvida que o que mais gostei neste hotel foi a sensação permanente de estarmos isolados — passávamos literalmente tardes inteiras sem ver mais ninguém, apesar de sabermos que o hotel estava cheio. Esta experiência que o espaço consegue proporcionar aos seus hóspedes faz toda a diferença e é perfeita para quem quer ter a sensação de ter a sua própria ilha privada. 

O característico mar cristalino.

O Kanuhura Maldives dispõe ainda de uma segunda ilha que apenas tem um restaurante. Fomos três dias para lá e, num dos dias, éramos mesmo os únicos. Foi perfeito e fizemos imagens dignas de postal. Da ilha principal até esta são cinco minutos de barco (gratuito) e basta pedir na praia que nos levem até lá. Tudo muito descomplicado, como se quer quando estamos de férias.

A comida, outra parte muito importante para mim, é incrível e arrisco-me a dizer que este foi o melhor pequeno-almoço de sempre. Não há explicação para o que ali se passava nem para as quantidades de comida que ingeria ao pequeno-almoço. Dezenas de tipos de frutas, granolas, ovos, panquecas, queijos, até gelado! Um sonho, vou morrer de saudades de acordar para aquele banquete na areia. Sim, o hotel encoraja os hóspedes a largarem os sapatos desde o momento em que chegam até ao momento de partir, ou seja, circulamos na ilha sempre descalços e de bicicleta, apesar de se poder ir a pé a todo o lado — a ilha tem um quilómetro de comprimento por 300 metros de largura.

Agora, e desculpem os homens e mulheres que já não podem ouvir falar em bebés e gravidez, o hotel tem um programa para pré-mamãs. Isto é, além de a comida cumprir todos os requisitos higiénicos, existem várias atividades destinadas a grávidas. A minha favorita? A massagem para grávidas, claro. Posso garantir-vos que foi uma das melhores massagens da minha vida e o spa é lindo. Tive ainda oportunidade de ir treinar no ginásio.

No resort tínhamos sete restaurantes, spa, ginásio, Kids Club com piscinas e monitores, escola de desportos náuticos, escola de mergulho, passeios de barco ao pôr-do-sol, sessões de cinema privadas na praia (vimos o “Um Homem Singular”, realizado por Tom Ford e com o Colin Firth e a Julianne Moore), campo de ténis, uma piscina enorme comum, entre muitas outras coisas que só me fazem querer voltar lá com o Oliver. Sei que hei-de voltar.

O mar, bom, o mar é melhor mostrar porque sinceramente é impossível descrevê-lo sem sentir que estou a ser injusta.

Este texto foi escrito por Jessica Athayde em exclusivo para a NiT. 

Carregue na galeria para ver as fotos da incrível viagem da atriz.

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