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Investigadores acreditam ter desvendado as origens de Stonehenge

Um dos maiores mistérios da arqueologia mundial parece ter sido agora descoberto por uma equipa de cientistas.
Um dos grandes mistérios da humanidade.

Um dos maiores mistérios da arqueologia prendia-se com a origem dos megalitos que compõe o monumento conhecido como Stonehenge, que se situa em Wiltshire, em Inglaterra. Um artigo publicado na revista científica “Science Advances” esta quarta-feira, 29 de julho, revela conclusões que poderão ter resolvido esse enigma. 

A equipa de investigação da Universidade de Brighton utilizou um espectrómetro de raio-x para analisar os 52 blocos megalíticos de arenito, chamados de sarsens. Apesar de serem compostos com 99 por cento de sílica, os blocos contêm também traços de outros elementos, como alumínio, carbono, ferro, potássio e magnésio.

Os cientistas conseguiram concluir que 50 dos 52 blocos estudados conferiam o mesmo padrão químico, indicando que todos vêm do mesmo local. As conclusões levam ainda a acreditar que provêm da região de West Woods, a 25 quilómetros do monumento megalítico.

Para esta descoberta foi ainda essencial estudar uma amostra do núcleo de uma das rochas que foi extraída durante uma expedição norte-americana na década de 1950. A amostra permaneceu muitos anos nos EUA, até ter regressado a Inglaterra.

Para os especialistas, os sarsens de Stonehenge foram construídos por volta do ano 2500 antes de Cristo. Continua a ser um mistério a forma como foram deslocados para o local, onde ainda hoje permanecem.

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