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Este comboio histórico é agora um hotel de luxo em pleno Kruger Park

O Kruger Shalati Lodge foi construído em cima de uma ponte no meio do silêncio da natureza no parque sul-africano.
Uma vista de sonho.

Terra de praias, montanhas e reservas naturais maravilhosas, África do Sul é um destino de viagem cada vez mais procurado por turistas de todo o mundo, seja para umas férias paradisíacas em família ou para uma aventura mais radical com amigos.

Foi precisamente lá que nasceu um novo hotel de luxo, situado dentro de um comboio histórico construído nos anos 50 e parado em cima de uma ponte com uma vista de sonho para a reserva natural do Parque Nacional de Kruger.

A cerca de quatro horas da cidade de São Petersburgo, o novo Kruger Shalati Lodge está simplesmente suspenso na ponte Selati, sobre o rio Sabie, e tem 31 quartos divididos entre as 24 carruagens do comboio e outras 7 casas luxuosas e requintadas ao lado da ponte.

Com paredes de vidro com uma vista infinita, uma piscina suspensa, decks de observação dos animais selvagens e até uma passagem anexa à ponte que percorre as duas margens do rio, o Kruger Shalati Lodge vai ser certamente a atração principal dos fãs de safaris pelas reservas naturais tão famosas do país.

Os responsáveis pelo novo santuário de África do Sul quiseram transformar este comboio num local histórico, onde se preservam muitas das memórias da região e, claro, os designs e padrões típicos sul-africanos.

“A inspiração para desenharmos este hotel chegou-nos por causa da ponte histórica onde ele assenta. Na década de 1920, quando nasceu o Parque Nacional de Kruger, esta era a única maneira de o visitar — através do comboio que estacionava na ponte durante a noite e depois continuava a sua rota de nove dias. Pegámos no conceito e demos-lhe uma interpretação contemporânea”, explica um dos representantes do projeto.

Com a propagação do novo coronavírus pelo mundo, a construção do hotel de luxo foi desacelerada nos últimos três meses. No entanto, segundo a revista “Lonely Planet“, os responsáveis prevêem terminar tudo até dezembro de 2020 para poderem começar 2021 a receber turistas que queiram passar uns dias a reconectarem-se com a natureza selvagem da região.

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