Na cidade

Zoo de Lisboa vai ajudar os animais da Austrália (e todos podem contribuir)

O apoio é através do seu Fundo de Conservação. A instituição vai ainda promover uma angariação de fundos junto dos visitantes.
Foto de Instagram da Animals Australia.

Estima-se que tenham morrido mais de mil milhões de animais na Austrália, na sequência dos violentos incêndios que assolaram o país nas últimas semanas. Se já pensou como poderia ajudar, saiba que tem agora uma maneira: através de uma corrente de apoio liderada pelo Jardim Zoológico de Lisboa.

A instituição da capital portuguesa anunciou esta quinta-feira, 16 de janeiro, que, através do seu Fundo de Conservação, decidiu reforçar o seu apoio à proteção da flora e fauna australiana; promovendo em simultâneo uma angariação de fundos junto dos visitantes.

“Ao longo dos últimos meses, a Austrália foi atingida por um conjunto de fogos devastadores. As projeções são alarmantes e indicam um elevado número de animais mortos e feridos”, diz o zoo. “Os incêndios no norte de Nova Gales do Sul, no Parque Nacional de Blue Mountains, uma área classificada como património mundial, e no Parque Nacional de Wollemi, traduzem-se em perdas incalculáveis de vida selvagem”, acrescenta o espaço em comunicado.

Lembrando que desde 1991 que participa no programa de conservação local de coalas com a Sociedade Zoológica de San Diego (EUA), o zoo de Lisboa garante que no decorrer desta catástrofe o seu apoio foi reforçado; e que o contacto permanente com o Dr. Bill Ellis e a Dra. Kellie Leigh, biólogos de campo financiados pelo programa, tem permitido aferir a dimensão da tragédia, assim como identificar as necessidades mais urgentes para o resgate dos animais.

Além deste apoio, entre janeiro e março vai disponibilizar mealheiros no interior do parque para que os visitantes possam também contribuir. O dinheiro recolhido irá reverter na íntegra para esta missão.

Recentemente, a NiT noticiou outra maneira através da qual poderia contribuir pelo esforço internacional para salvar os animais afetados: através do programa de apadrinhamento de coalas, que pode subscrever a partir de Portugal.

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