na cidade

samesame é o primeiro espaço de co-living criativo de Lisboa

É um alojamento em modo comunidade criativa com serviço de hotelaria, mobiliário, eletrodomésticos, energia e Internet.
A vista de uma das janelas do edifício.

Lisboa está a mudar, e a multiplicação de ofertas também se faz também sentir no alojamento. À capital chegou agora o samesame, o primeiro projeto de co-living criativo, que acaba de abrir num dos seus bairros mais multiculturais: a Mouraria.

Inspirado no co-housing dinamarquês dos anos 60, o samesame é um espaço onde se pode viver, trabalhar e “ter novas experiências relacionadas com momentos de convívio e enriquecimento cultural”. O alojamento é divido em zonas privadas e partilhadas, conta com serviço de hotelaria, inclui mobiliário, eletrodomésticos, fornecimento de água, energia e limpeza. Sempre com um fator muito presente: a sensação de pertencer a uma comunidade.

Bem no centro de Lisboa, o espaço é assim o ideal para quem precisa de um lugar onde desenvolver a atividade profissional e também viver durante uns tempos enquanto faz parte de um grupo de pessoas com os mesmos ideais e estilo de vida. Quanto tempo? As estadas têm um mínimo de um mês e o máximo de seis meses.

A tendência tem ganhado força no estrangeiro e dadas as mudanças recentes na capital e os constrangimentos do mercado de arrendamento, muitos acreditam que o futuro passará por aqui em Lisboa. Até já existem outros espaços na cidade, mas não com esta vertente de comunidade criativa.

Aqui, ficam estrangeiros que estão em Lisboa a desenvolver um projeto, por exemplo. Portugueses de outras cidades que querem passar um tempo na capital. Artistas e criativos que queiram viver em Lisboa ou estejam à procura de novas experiências. Empreendedores ou turistas que querem conhecer um novo estilo de vida e uma nova experiência a todos os níveis. E todo um novo conceito de habitação: em ambientes partilhados ou privados, de convívio, inspiração, cultura e lazer. E, acima de tudo, de criação.

“O nosso objetivo não é alugar casas a estrangeiros, como fazem os alojamentos locais. O nosso propósito é mesmo a construção de uma comunidade e de um espaço que apoia e celebra o património humano e cultural. Queremos construir, inspirar e desenvolver uma comunidade multicultural de criativos e artistas e a partir daí criar projetos que consigam ter um impacto positivo no mundo”, diz Filipa Meirelles, uma das fundadoras do novo espaço de co-living de Lisboa, que não se cansa de frisar esta nota.

FICHA TÉCNICA

  • MORADA
  • CONTACTOS

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

NiTfm

AGENDA NiT