Na cidade

Reabriu o histórico Moinho da Maré de Corroios (que até ao terramoto sobreviveu)

Edifício que data do início do século XV foi mandado construir por Nuno Álvares Pereira. Agora é um dos símbolos da Margem Sul.
Fotografia de Luís Miguel Martins.

São mais de 600 anos de história e ainda está para durar. O Moinho da Maré de Corroios escapou por pouco ao devastador terramoto de 1755 e reabriu na sexta-feira, 7 de agosto, depois de ter estado encerrado durante a pandemia.

O edifício foi mandado construir por Nuno Álvares Pereira, o Santo Condestável que liderou o País contra os castelhanos na célebre batalha de Aljubarrota, em 1403. O moinho atravessou os séculos e passou, a partir da década de 80, a funcionar sob a alçada do município do Seixal.

Em 2009, o espaço foi alvo de uma intensa intervenção que custou dois milhões de euros. Hoje em dia é um espaço histórico, aberto ao público e com uma exposição permanente sobre os seis séculos do edifício.

O espaço volta agora a poder ser visitado nas devidas condições: a lotação é limitada a sete pessoas e é obrigatório usar máscara e usar gel sanitário para as mãos à entrada. As visitas não devem exceder os 20 minutos e será dada prioridade aos agendamentos, que poderão feitos pelo número de telefone 210 976 112 ou pelo email ecomuseu.se@nullcm-seixal.pt.

De portas reabertas.

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