Na cidade

Metro de Lisboa e outros transportes públicos continuam a funcionar

O encerramento de fronteiras ainda não se justifica, diz o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita.
Há um reforço na vigilância.

Numa nova conferência de imprensa relativa ao estado de alerta em que se encontra todo o território nacional — resultado da pandemia global do novo coronavírus — o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, disse que os transportes públicos, incluindo o Metro de Lisboa, vão continuar a funcionar normalmente, embora com um reforço da higienização. 

O ministro apelou ainda a que os cidadãos tomassem mais medidas de prevenção e adotassem comportamentos de segurança no uso dos transportes. Quanto ao encerramento total de fronteiras, medida já admitida anteriormente, será apenas em caso de “último recurso”, pois nesta fase ainda não se justifica.

Eduardo Cabrita explicou ainda que todos aqueles que não cumprirem quarentenas obrigatórias poderão ser acusados do crime de desobediência, e que as forças de segurança vão ter um papel importante.

Quanto às limitações nos centros comerciais, anunciadas pelo governo na noite desta quinta-feira, 12 de março, serão os próprios seguranças privados de cada espaço que terão de controlar o acesso.

O ministro da Administração Interna frisou também que o estado de alerta generalizado inclui a possibilidade de a Autoridade Nacional da Proteção Civil poder enviar a todos os cidadãos portugueses mensagens de texto (SMS) se for necessário fazer algum aviso importante e rápido.

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