Na cidade

Madeira fica em situação de calamidade até 31 de julho

Quem chegar ao arquipélago vai ter de apresentar um teste negativo — ou realizá-lo no local.
Funchal.

A Madeira vai continuar em a situação de calamidade até 31 de julho, num esforço para conter a pandemia da Covid-19. De acordo com resolução oficial do governo regional da Madeira, citada pela Lusa, a decisão obriga que cada viajante que desembarque nos aeroportos da Região Autónoma da Madeira fique obrigado a apresentar um teste negativo para o novo coronavírus, realizado até 72 horas antes ao embarque.

Como alternativa, poderá realizar o teste à chegada à Madeira, devendo permanecer em isolamento, no respetivo domicílio ou no estabelecimento hoteleiro onde se encontre hospedado, até à obtenção de resultado negativo do teste.

Quem desembarque no arquipélago deverá ainda realizar isolamento voluntário, pelo período de 14 dias, no seu domicílio ou no estabelecimento hoteleiro onde se encontre hospedado, sendo que, se a hospedagem for inferior aos 14 dias, o confinamento terá a duração do período da hospedagem.

A resolução tem no entanto exceções, nomeadamente para doentes em tratamento, crianças até aos 11 anos de idade, pessoas com domicílio na Madeira ou no Porto Santo, que se desloquem entre as duas ilhas; pessoas que tenham partido dos Aeroportos da Região Autónoma e cujo regresso ocorra num período máximo de 72 horas; ou pessoas que viajem, comprovadamente, com a frequência de, pelo menos, uma vez por semana, sendo-lhes, no entanto, exigido, quinzenalmente, comprovativo da realização de teste PCR de despiste ao SARS-CoV-2.

O diploma determina ainda o confinamento obrigatório, se necessário compulsivamente, pelo período de 14 dias, em estabelecimento de saúde, no domicílio ou em estabelecimento hoteleiro, mediante decisão das autoridades de saúde, aos doentes infetados com Covid-19 e aos cidadãos a quem tenha sido determinada a vigilância ativa.

ÚLTIMOS ARTIGOS DA NiT

NiTfm

AGENDA NiT