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Lisboa já tem um parque com marcas na relva para manter a distância social

Tal como em Brooklyn, foi criado no Parque das Nações um espaço com estacionamento humano na relva.
Cada grupo deve ficar num círculo. Fotos de JF Parque das Nações.

Da próxima vez que for ao Jardim das Ondas, no Parque das Nações, em Lisboa, já sabe onde pode ficar. Este espaço da cidade tem desde sexta-feira, 29 de maio, marcas circulares na relva para indicar os espaços que devem ser ocupados por quem o visita, tudo para manter a distância social.

Esta é uma iniciativa da junta de freguesia do Parque das Nações. “Esta instalação, do estilo ‘StoDistante’ é composta por representações visuais pintadas no espaço verde do Jardim das Ondas, utilizando tinta não tóxica para pessoas e animais e inofensiva para o relvado e que aconselham ao uso consciente do espaço, garantindo o afastamento social recomendado pelas autoridades”, lê-se na publicação na página de Facebook da junta.

O espaço tem oito mil metros quadrados.

Aquele jardim tem oito mil metros quadrados, fica junto ao Oceanário e tem vista para o Tejo. Foi criado por Fernanda Fragateiro e apresenta vários altos e baixos que simulam o movimento das águas e das pessoas. Os círculos foram desenhados em toda a extensão do parque.

Esta é uma ideia que já tínhamos visto no Domino Park, em Brooklyn, Nova Iorque, também com a mesma intenção de promover a distância social.

Foram desenhados por uma tinta não tóxica.

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