Na cidade

António Costa: “Não podemos repetir o confinamento”

A declaração do primeiro-ministro surge depois de ser confrontado com a hipótese de uma segunda vaga da pandemia em Portugal.
O confinamento no nosso País durou cerca de três meses.

Os portugueses estiveram isolados em casa durante quase três meses e este é um cenário que o primeiro-ministro não tenciona que volte a repetir-se. Confrontado com uma possível segunda vaga da pandemia, António Costa disse esta quarta-feira, 15 de julho, que o País não iria suportar outro período semelhante.

“Há uma coisa que sabemos: Não podemos voltar a repetir o confinamento que tivemos de impor durante o período do estado de emergência e nas semanas seguintes, porque a sociedade, as famílias e as pessoas não suportarão passar de novo pelo mesmo”, afirmou, citado pela “Rádio Renascença”.

O líder disse que é, sim, tempo de fazer tudo o que está ao alcance neste momento para evitar no próximo outono/inverno.

“O tempo é curtíssimo, se calhar não conseguimos fazer tudo, mas temos mesmo de arregaçar as mangas e fazer o máximo possível para assegurar a continuidade do funcionamento da sociedade, designadamente das escolas, das empresas e dos serviços da administração pública, mesmo numa condição tão ou mais adversa como aquela que vivemos em março. Temos de acelerar este processo”, acrescentou António Costa.

Na conferência de imprensa desta quarta-feira, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, não quis comentar as declarações do primeiro-ministro. Explicou apenas que o confinamento pode ser cirúrgico,

“Quando dizemos que uma família tem de ficar confinada, estamos a fazer isso a um nível micro. Quando é uma rua ou bairro… diferente é ser ao nível de um País”, respondeu a responsável.

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