Na cidade

A Feira do Relógio voltou com álcool, gel, polícia e distanciamento

A NiT foi visitar e fotografar este novo normal numa das feiras mais concorridas de Lisboa.
As máscaras estavam por todo o lado.

É uma tradição com décadas: ir aos domingos de manhã à Feira do Relógio, na zona de Marvila, comprar roupa em conta, o equipamento (como um relógio) que faz falta porque o outro se partiu, simplesmente dar uma volta, sentir o cheiro doce a bifanas logo pela manhã e ficar mesmo tentado a experimentá-las, apesar da hora.

No regresso lento à normalidade possível, as feiras tradicionais da cidade de Lisboa reabriram ao público este fim semana.

A decisão veio na sequência do ultimo decreto do Conselho de Ministros, mas a Câmara da capital decidiu implementar um conjunto de regras e normas de segurança sanitária que deverão, salienta, ser agora sempre observadas por quem lá vende e quem a elas se desloque. 

Distanciamento social e etiqueta respiratória são agora pedidos a feirantes e clientes, bem como o uso de máscara. Nas feiras onde são comercializados produtos frescos, deverão ser os comerciantes a manuseá-los na altura do atendimento, solicitando aos clientes que se abstenham de o fazer.

Foram ainda colocados painéis informativos com recomendações de segurança, feito o reforço da higienização e limpeza das feiras e o reforço da fiscalização para garantir o cumprimento das regras.

A NiT esteve este domingo, 24 de maio, na Feira do Relógio e confirmou que os pedidos de distanciamento, máscaras e cuidados estão a ser cumpridos; bem como a higienização e a fiscalização das autoridades.

Carregue na galeria para conhecer a “nova” Feira do Relógio da era Covid-19. 

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