Saúde

Portugal já fez mais de 1,3 milhões de testes de Covid-19 desde o início da pandemia

O nosso País é o quinto país da União Europeia que mais testa, assegurou esta sexta-feira, 10 de julho, a ministra da Saúde.
Testes são essenciais para identificar e conter surtos.

A conferência de imprensa desta sexta-feira, 10 de julho, contou com a presença da diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, e a ministra da Saúde, Marta Temido, num dia em que o boletim diário regista mais 402 casos, que elevam o número total para 45.679 desde o início da pandemia.

A ministra da Saúde confirmou que é a região de Lisboa e Vale do Tejo que nesta fase mais tem contribuído para o aumento dos números totais. Dos 161 surtos ativos, a maioria verifica-se nesta região. Marta Temido reforçou ainda que a testagem continua a ser essencial e é para manter de resto uma posição defendida hoje mesmo pelo primeiro-ministro, António Costa.

Na conferência de imprensa, e respondendo a uma questão em particular, a ministra da Saúde reforçou a ideia de que “Portugal permanece como o quinto país da União Europeia que mais testes realiza”. No total, especificou, Portugal fez desde dia 1 de março um milhão e 316 mil testes para o novo coronavírus, “havendo entidades empregadoras e autarquias a realizar rastreios de grande amplitude”.

Esta tendência, prosseguiu, tem-se mantido e até intensificado em julho. Entre 1 e 9 de julho tinham sido feitos mais e 111 mil testes, o que diariamente dava uma “média de 13.700” testes. Este esforço do País na testagem “é algo de que pretendemos abdicar”, até porque “não podemos baixar a guarda”.

Sobre a possibilidade de ser tornado obrigatório o uso de máscara em todas as circunstâncias, mesmo na rua e com distanciamento social, como se verificou noutros países, Marta Temido adiantou que o governo e as autoridade s de saúde não sentem “neste momento necessidade de avançar em mais medidas”, mas que o debate está sempre “em aberto”, dadas as circunstâncias da pandemia.

Na mesma conferência de imprensa, e respondendo a uma questão sobre um estudo italiano que indicia a transmissão de mãe para filho no útero, Graças Freitas realçou que desde cedo que as orientações da DGS “já contemplavam esta possibilidade”, pelo que não será necessário fazer nesta fase alterações.

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