Saúde

Portugal comprou mais de 600 mil máscaras que não tinham garantia de qualidade

O material foi apreendido pela ASAE. Autarquias e hospitais estão entre os compradores.
Nem todas as máscaras têm a devida certificação.

Ao todo, a ASAE apreendeu cerca de 627 mil máscaras de proteção que não teriam garantia de qualidade assegurada. Hospitais, autarquias, a própria Direção–Geral da Saúde e outras entidades públicas estarão entre os compradores.

A notícia é manchete esta terça-feira, 7 de julho, no jornal “Público”, que explica que entidades públicas compraram estas máscaras com documentos que aparentam ser certificados CE, mas que no entanto não comprovam a qualidade.

Empresas de certificação não teriam por isso competência para avaliar estas máscaras do tipo FFP, também designadas como autofiltrantes. Entre o material apreendido estariam máscaras compradas para serem usadas por profissionais de saúde que estão na linha da frente no combate ao Covid-19.

O novo coronavírus provocou nos últimos meses uma corrida de material a nível mundial. As máscaras estão precisamente entre os materiais mais requisitados e já têm acontecido casos, em diferentes países, de instituições adquirirem máscaras falsas ou de qualidade fraca ou sem a devida certificação.

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