Saúde

Gotículas projetadas quando falamos podem permanecer no ar por 14 minutos

Um estudo que analisou a propagação do novo coronavírus concluiu que expelimos milhares de gotículas apenas a falar.
Não são apenas os espirros e tosse.

De acordo com um estudo publicado esta quarta-feira, 13 de maio, na revista científica da Academia Nacional de Ciências dos EUA “Proceedings of the National Academy of Sciences”, o ato de falar gera milhares de gotículas que podem permanecer no ar entre oito a 14 minutos.

Esta conclusão vem assim afirmar que não é apenas através da tosse ou dos espirros que pode ocorrer transmissão de um vírus como a Covid-19. Isso acontece em qualquer ambiente.

O estudo indica que mesmo pessoas assintomáticas ou com sintomas ligeiros de infeção pelo novo coronavírus podem infetar outras, sobretudo em espaços fechados, como os locais de trabalho.

A equipa de investigação indica o uso de máscara e o distanciamento físico como um complemento para a redução da propagação de qualquer vírus. No estudo, no entanto, não é indicada a quantidade de vírus necessária para este tipo de contágio.

Quando uma pessoa tosse pode produzir cerca de três mil gotículas, enquanto que um espirro pode chegar às 40 mil. Estas partículas, que permanecem no ar, podem ser inaladas ou ficarem no chão e nas superfícies envolventes, podendo depois ser tocadas por outras pessoas, aumentando a probabilidade de contágio.

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