Ginásios e outdoor

Venderam-se tantas bicicletas em Portugal que o stock esgotou no final de julho

A causa principal será o medo por contágio por Covid-19 nos transportes públicos — mas também nos ginásios.
A tendência deve manter-se.

Em tempos de pandemia, pedalar tem sido uma forma de manter a forma física ao ar livre — e há cada vez mais pessoas a fazê-lo. Sabe-se agora que o stock de bicicletas esgotou em Portugal no final de julho, devido a uma procura desenfreada por aquele produto, que cresceu 500 por cento depois do desconfinamento.

A conclusão é do KuantoKusta, o maior comparador de preços no nosso País, que, após uma análise, revela que a causa principal para este cenário é o medo de contrair Covid-19 nos transportes públicos, mas também uma das opções favoritas para os portugueses manterem a forma física e evitarem os ginásios.

Acreditamos que estamos perante um produto com novos adeptos e que em si mobiliza novas atitudes, sobretudo pelas suas características ecológicas e saudáveis”, diz Paulo Pimenta, CEO da plataforma, numa nota enviada esta quarta-feira, 12 agosto, à qual a NiT teve acesso.

Segundo a mesma análise, as bicicletas modelos BTT (todo-o-terreno), versáteis e adaptadas à rodagem em todo o tipo de pisos, são as mais procuradas por clientes do sexo masculino, do grupo etário entre os 25 e 44 anos.

“A procura continuará em alta nos próximos meses, havendo um abrandamento nos meses de inverno. Mas o surgimento de iniciativas públicas para fomentar este tipo de deslocação mostra que a procura continuará elevada”, diz o mesmo responsável.

Neste momento, a Câmara Municipal de Lisboa tem incentivos para a compra de bicicletas de várias categorias, desde as tradicionais às elétricas. Pode saber mais sobre o tema neste artigo da NiT.

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