Alimentação Saudável

Os pinhões que come no Natal têm mais calorias que o bolo rei

E nem queira saber o que se passa com as nozes. Mais vale comer uma rabanada do que fazer dez viagens às taças dos frutos secos.

Calma. Tenha muita calma.

Na mesa de Natal há sempre sonhos, rabanadas, filhós, tronco de Natal e também não falta bolo rei. Uma bela dose de açúcar e calorias de arrepiar qualquer nutricionista. Para que a tragédia não seja pior, a maioria das pessoas acaba por encher a mão de frutos secos e passa a noite a fazer o mesmo percurso: mesa de Natal, sofá, mão cheia frutos em direção à boca, e o ciclo repete-se. No final da noite, provavelmente, acabou por comer mais do que devia na mesma.

Ao escolher frutos secos é necessário ter em atenção ao facto de estes terem sido processados pela indústria e de lhes ter sido acrescentado, por exemplo, sal ou açúcar, consoante os casos”, explicou a nutricionista do Holmes Place Alice Couto. Quando assim é, o valor calórico é, normalmente, muito mais elevado.

Naturalmente, os frutos secos oleaginosos são ricos em vitaminas, minerais e fitoquímicos. São, de forma genérica, constituídos por cerca de dez a 25 por cento de proteína, cinco a 20 de hidratos de carbono e 50 a 60 por cento de lípidos, ou seja, gordura.

Só que a gordura destes frutos secos é saudável, imprescindível para a saúde e para o bom funcionamento do corpo humano. Isto, claro, se não comer mais do que a conta.

“Apesar dos benefícios descritos, estes frutos devem ser consumidos sempre com moderação devido ao seu elevado teor calórico, que poderá ser prejudicial”, diz a nutricionista.

O ideal é consumir entre seis a dez frutos secos por dia, sendo que meia noz conta como uma unidade. Para ter noção, um grama de cada um destes frutos tem entre as 5,3 e 6,6 calorias. Por isso, imagine, 100 gramas de pinhão, em média, significa 622 calorias. Pode parecer bastante, mas na noite de Natal até pode atingir essa quantidade inconscientemente.

Para que não estrague a dieta, a NiT fez uma lista com os frutos secos com mais calorias que se costumam comer no Natal, desde o menos ao mais calórico —os valores são idênticos de marca para marca.

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