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Saúde

Cuidado, homens: a barba pode ter mais bactérias do que o pelo dos cães

É esta a conclusão de um estudo feito pela clínica Hirslanden, na Suíça.
Desta é que não estávamos à espera.

Seja comprida, cerrada ou cheia, a tendência da barba pode estar com os dias contados. Ou não. É que uma investigação realizada em fevereiro deste ano pela clínica Hirslanden, na Suíça, descobriu que as barbas que os homens deixam crescer durante muito tempo podem ter mais micróbios prejudiciais para a saúde do que o pelo dos cães.

Os investigadores explicaram o motivo: os pelos faciais masculinos escondem mais germes porque são mais espessos. Por outras palavras, capturam mais facilmente as bactérias. Embora a amostra estudada seja reduzida — 18 homens (entre os 18 e os 76 anos) e 30 animais de raças diferentes —, as conclusões estão a ter grande impacto na imprensa internacional.

Para chegar a estes resultados, foi utilizado um scanner de ressonância magnética para verificar a contaminação de bactérias entre animais e humanos. Outros dois serviram para analisar apenas o pelo facial masculino.

O estudo descobriu ainda que, em todas as barbas analisadas, havia uma grande quantidade de micróbios e, em sete delas, bactérias nocivas à saúde.

Já no exame feito aos animais, foram encontrados altos níveis de micróbios em 23 deles, enquanto nos restantes sete as quantidades estavam dentro dos parâmetros normais. Ou seja, nenhum dos micróbios era perigoso.

Seja como for, os especialistas aconselham os homens a tratar da sua barba com o mesmo cuidado que têm com o cabelo. Não deixar crescer durante demasiado tempo é uma forma simples de contornar o problema.