Televisão

Porque é que “O Inocente” é o novo “Making a Murderer” da Netflix

Crimes macabros e homens condenados injustamente. Não vai conseguir dormir até chegar ao fim desta série documental.
A história está dividida em seis episódios.

Uma cidade, dois homicídios, quatro homens condenados injustamente. “O Inocente” é a mais recente série documental de crime e está disponível na Netflix desde 14 de dezembro.

Os erros no sistema judicial norte-americano, as injustiças e as provas duvidosas têm desencadeado uma onda de indignação e solidariedade semelhante à que “Making a Murderer” criou em 2015. Há quem chame a Tommy Ward o “novo Steven Avery” e mais não lhe podemos contar porque parte do fascínio por estas produções está nas reviravoltas que acontecem em todos os episódios.

Ainda assim, a NiT explica-lhe por que vale a pena largar tudo o que está a ver para se dedicar já a “O Inocente”.

A história

Ada, uma pequena cidade do estado do Oklahoma, é o cenário desta história real. Em 1982, Debbie Carter, empregada de bar, é violada e assassinada. A cena do crime, no apartamento dela, é macabra. Dois anos mais tarde, Denice Haraway, empregada de uma estação de serviço, desaparece (sendo o corpo encontrado anos depois). O primeiro caso leva à detenção de dois homens, Ron Williamson e Dennis Fritz. No segundo são condenados outros dois, Tommy Ward e Karl Fontenot. 

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