Cinema

9 coisas a lembrar sobre o primeiro “The Incredibles” antes de ver o novo filme

A sequela estreia em Portugal esta quinta-feira, 28 de junho, 15 anos depois do original.

São super-heróis — e são ilegais.

É um dos filmes de animação mais esperados do ano: o regresso heróico de “The Incredibles”, 15 anos depois do primeiro filme. A sequela chega aos cinemas portugueses esta quinta-feira, 28 de junho, e a história recomeça exatamente onde terminou em 2004.

Por isso mesmo, é importante lembrarmo-nos sobre o que é este filme da Pixar. Afinal, os miúdos que viram “The Incredibles” no cinema, com dez anos, hoje têm 25. E há toda uma nova geração de crianças que vai ver a história pela primeira vez e que convém perceber o seu contexto.

Desta vez, Bob Parr (Mr. Incredible) tem de cuidar dos miúdos enquanto a sua mulher, Helen (ou Elastigirl) está a salvar o mundo. Mas vamos recapitular as coisas mais importantes sobre este universo.

Os super-heróis são reais

O filme original começa por nos mostrar como o mundo costumava ser — curiosamente, 15 anos antes. Os super-heróis existem e eram uma parte normal da sociedade: ajudavam a polícia e entravam em ação para apanhar criminosos ou prevenir desastres e acidentes. E eram bem vistos pelos comuns mortais. Apesar disso, nunca ficamos a perceber como ou porque é que são super-heróis — obviamente, são raros, mas não sabemos muito mais sobre eles. Os poderes são bastante variados. Mr. Incredible tem uma força sobrenatural e a sua mulher Elastigirl consegue esticar-se (bem) para lá do típico humano.

Apesar disso, são ilegais

Lá está, o filme arranca a dar-nos o contexto de como eram os belos dias em que os super-heróis eram adorados pela sociedade — pequena curiosidade: apesar de todo o imaginário futurista e de ficção científica, “The Incredibles” passa-se em 1962. Na “atualidade” dessa história, os super-heróis foram considerados ilegais porque se achou que, apesar do bem que faziam, eram demasiado perigosos.

Por exemplo, Mr. Incredible foi processado por um homem que se tentava suicidar mas que foi salvo por ele, contra a sua vontade. Além disso, algumas pessoas ficaram feridas quando Mr. Incredible fez os possíveis para tentar travar um comboio descarrilado. Assim, os super-heróis são integrados pelo governo numa espécie de programa de proteção de testemunhas. São forçados a ter vidas normais (e aborrecidas) e a esconder os seus super-poderes. A família Parr já se mudou várias vezes, porque tem sido difícil para Bob manter-se escondido.

Mr. Incredible quer, obviamente, ser outra vez um super-herói

Bob Parr trabalha numa companhia de seguros, mas passa os dias a lembrar-se do seu passado glorioso, há 15 anos. Tanto que até ouve as comunicações da polícia para intervir em casos que estão em processo e para os tentar resolver em segredo. Por causa disso, chama a atenção de Syndrome, um vilão que costumava ser o maior fã de Mr. Incredible e está a usar super-heróis para aperfeiçoar a sua tecnologia — que ele está a criar, na verdade, para os derrotar. Mr. Incredible pensa que está a trabalhar para o governo, o que faz com que acabe capturado — a sua família tem de o salvar.

Violet e Dashell aprendem a usar os seus super-poderes

Os filhos mais velhos do casal Incredible também são super-heróis — e bastantes raros. Parece que neste universo não é assim tão habitual que dois super-heróis tenham filhos, e que nasçam com super-poderes. Eles não dominam as suas habilidades e não foram treinados para tal, mas ao longo da história vão experimentando e tornando-se mais fortes e controlados. Violet consegue ficar invisível, enquanto o irmão pode correr super depressa. E os trailers do novo filme não deixam dúvidas de que a ideia não será esconder mais os poderes.

Jack-Jack também é um super-herói

O terceiro filho dos Incredibles, Jack-Jack, é apenas um bebé. Não tem quaisquer poderes no início do filme e a família acredita que ele simplesmente não nasceu um super-herói. Mas não podiam estar mais enganados. No final da história, descobrimos que Jack-Jack é o mais dotado de todos. Pode ficar em chamas, tornar-se metal ou um monstro raivoso — é assim que consegue escapar a Syndrome, deixando o vilão a ser sugado por um motor de avião. Mas, ao contrário dos espectadores, a família não se apercebe de nada disto. E continua sem saber de todo o potencial deste bebé fofinho.

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