NiTfm live

Televisão

A nova série da Netflix explica como foram feitos os clássicos da nossa infância

“Sozinho em Casa”, “Os Caça-Fantasmas” ou “Die Hard (Assalto ao Arranha-Céus)” são alguns dos blockbusters em destaque neste projeto.
"Sozinho em Casa" é um dos filmes visados.

É provável que se lembre de há dois anos ter estreado na Netflix a série documental “Os Brinquedos da Nossa Infância”, que contava a história — e muitas curiosidades — sobre a Barbie, os G.I. Joe ou os bonecos de “Star Wars”.  Já este mês, estreou mais uma temporada, com histórias sobre “As Tartarugas Ninja” ou o “Meu Pequeno Poney”.

Dos mesmos produtores, chega à plataforma de streaming esta sexta-feira, 29 de novembro, “Os Filmes da Nossa Infância”. Esta primeira temporada tem quatro episódios — cada um dedicado a uma produção diferente dos anos 80 e 90.

O conceito é o mesmo. Através de imagens da altura e entrevistas com alguns dos intervenientes — sejam realizadores, atores, produtores ou executivos dos grandes estúdios —, a ideia é explicar como certas histórias se tornaram marcos para uma geração (ou para várias).

O objetivo é entender o fenómeno, perceber porque certas coisas foram feitas de determinada forma no filme, e descobrir curiosidades sobre os bastidores da produção. Tudo isto enquanto se mergulha num universo mágico de nostalgia.

“Sozinho em Casa”, “Os Caça-Fantasmas”, “Die Hard (Assalto ao Arranha-Céus)” e “Dirty Dancing — Dança Comigo” são os quatro filmes em destaque na série documental — cada capítulo tem entre 45 e 50 minutos.

O criador do projeto, Brian Volk-Weiss, diz que foi mais difícil que as estrelas de Hollywood se disponibilizassem a falar sobre os filmes. “No mundo dos brinquedos, havia todo um conjunto de pessoas que tinha mudado a cultura pop, que ninguém conhecia ou queria saber. Por isso eles estavam desejosos de falar connosco”, explicou ao site especializado “Den of Geek”.

Em relação aos filmes não foi bem assim. “Só que o Bruce Willis anda a falar do ‘Die Hard’ há 30 anos. Por isso, não conseguimos ter o Bruce Willis. Tentámos, mas não conseguimos.”

Brian Volk-Weiss também tentou incluir uma entrevista com Bill Murray sobre “Os Caça-Fantasmas”, mas o ator não se mostrou disponível. “Eu liguei-lhe uma vez por semana durante um ano. Por isso, não, ele não aceitou [risos].” Em vez disso, conseguiu falar com o realizador Ivan Reitman e o ator Dan Akroyd.

À “Cheat Sheet”, Volk-Weiss disse que o objetivo é que os fãs “nunca vejam o filme outra vez da mesma maneira”, tendo toda a informação que esta série vai dar.