Televisão

Fernando Alvim: “A coisa que mais gosto de fazer na vida é jogar à bola”

A NiT entrevistou um dos maiores comunicadores de Portugal, que vai ter mais uma série de iniciativas em breve.

Fernando Alvim adorou o Sweet Art Museum.

Toda a gente o conhece como Alvim, seja da rádio ou da televisão, dos eventos originais que organiza ou de o ouvir a passar música. A sua vocação é comunicar — e é isso que faz na Antena 3, nos programas “Prova Oral” e “Obrigado, Internet” (com Pedro Paulos e Nuno Dias), mas também no Canal Q, em “É a Vida Alvim”.

Fernando Alvim já teve vários outros programas, escreveu livros e organiza eventos bem especiais. O concurso de bandas que é o Festival Termómetro dura há 24 anos. A Gala dos Monstros do Ano, onde se premeia grandes figuras da Internet, que protagonizaram momentos virais naquele ano, já existe há uma década.

Um projeto mais recente é a Regata de Barquinhos a Remos, no jardim do Campo Grande, em Lisboa, que acontece há cinco anos. Há também o Festival Alternativo da Canção, que já teve várias edições. A estes juntam-se o Torneio de Golfe para Nabos — o próximo acontece a 29 de setembro, na Herdade dos Salgados, em Albufeira —, e os Prémios Novos, uma gala na Fundação Calouste Gulbenkian. Haverá ainda um evento novo chamado Portugal, O Quê?, na senda de Portugal é Agora e Portugal 2036.

Em breve irão chegar novos projetos, promete à NiT Fernando Alvim, numa entrevista no fotogénico Sweet Art Museum, em Marvila, Lisboa.

Faz rádio, televisão, escreve, organiza eventos, passa música: há alguma destas coisas que seja mais especial, ou é a soma disto tudo que lhe traz felicidade?
Acima de tudo, gosto de fazer as coisas que me são mais desafiantes. Gosto muito de sair da minha zona de conforto e de experimentar aquilo que é novo. Há muitas pessoas que me perguntam como é que consigo fazer tantas coisas. Eu, invariavelmente, respondo do mesmo modo: é justamente por fazer cada uma destas coisas, tantas e variadas, que não me canso de nenhuma. Necessito sempre de me estar a renovar e não fazer mais do mesmo.

Se não fizesse nada disto, o que faria na vida?
Pá, não sei, acho que não servia para muito mais. Considero-me basicamente um inútil [risos], mas com uma vocação para comunicar. Gosto muito de organizar coisas. Mas se, por exemplo, tivesse de trabalhar no MacDonald’s, gostava de ser o empregado do mês.