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“Sharks”: National Geographic tem uma nova exposição no Porto

A mostra vai estar patente de 24 de maio a 31 de dezembro no Centro Ciência Viva. E até vai poder entrar numa “Shark Cage”.
Um novo olhar sobre os predadores do oceano.

É uma das mais emblemáticas exposições da National Geographic e mostra-nos o fascinante mundo dos maiores predadores dos mares: os tubarões. “Sharks, uma missão de Brian Skerry”, vai estar patente na Galeria da Biodiversidade – Centro Ciência Viva do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto, a partir do próximo dia 24 de maio e até ao final do ano.

Com assinatura de Brian Skerry, fotógrafo da National Geographic, esta mostra pretende alertar o público para o perigo da extinção dos tubarões, despertar consciências e ultrapassar mitos.

Todos os anos, cerca de 100 milhões de tubarões são capturados de forma acidental ou para comercialização das suas barbatanas, fazendo com que muitas espécies estejam à beira da extinção e alterando de forma dramática a biodiversidade marinha, já que estes predadores são essenciais para manter o equilíbrio dos ecossistemas.

A exposição é uma incrível viagem a este mundo dos tubarões através de 50 fotografias. “Sharks” chegou pela primeira vez à Europa em 2018, com Portugal como país eleito para a estreia, e esteve patente até ao dia 6 de janeiro no Oceanário de Lisboa. A exposição ruma agora a norte, até à Galeria da Biodiversidade, no Jardim Botânico do Porto, onde estará em exibição de terça-feira a domingo, das 10 às 18 horas.

Há mais novidades no Porto: pela primeira vez em Portugal, será possível entrar numa Shark Cage” semelhante à utilizada por Brian Skerry nas suas expedições. Nesta instalação imersiva, os visitantes poderão viver a experiência de estar no fundo do mar, em plena observação científica, e, vestindo a pele do fotógrafo, nadar com os tubarões.

Com uma paixão especial por estes animais, Brian Skerry conta com mais de 10 mil horas de mergulho, tendo realizado 14 viagens à volta do mundo para fotografar as mais variadas espécies, entre as quais o tubarão-tigre, o tubarão-branco e o tubarão-azul. Tudo isto começou há já 30 anos, após o seu primeiro encontro com um tubarão-azul, na costa de Rhode Island nos EUA.

Skerry, que ficou encantado com a pele azul do animal, descreve da seguinte forma o momento: “Todos os meus sentidos ficaram em alerta. O meu coração acelerou à medida que me aproximei até cerca de um metro de distância. O tubarão mal reparou na minha presença e desapareceu”.

Os bilhetes para a exposição podem ser comprados na Galeria da Biodiversidade ou online através da BOL. Custam 5€ por adulto; 2,5€ para miúdos entre os cinco e os 17 anos, portadores de Cartão Jovem e maiores de 65 anos; e há um bilhete família a 14€. As crianças até aos quatro anos não pagam.