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Teatro e exposições

Os melhores e os piores fatos de cosplay que encontrámos na Comic Con

Ao longo dos últimos dias o Passeio Marítimo de Algés foi invadido por personagens de vários universos.
Há muita atenção aos detalhes.

O termo cosplay vem do japonês kosupure e significa o ato de nos fantasiarmos tal qual uma personagem fictícia. A primeira pessoa conhecida a aplicar o conceito em público foi o escritor americano Forrest J. Ackerman, que era fanático por ficção científica, durante a primeira Worldcon, em 1939.

Forrest criou um fato chamado futurecostume, baseado no filme da época “A Vida Futura” (1936). A modalidade chegou ao Japão nos anos 80, depois de o realizador Nobuyuki Takahashi visitar esta feira nos Estados Unidos e ter percebido que o comportamento de Forrest se tinha tornado viral.

Hoje em dia, o cosplay é um fenómeno gigante e mundial. Os fãs de manga, comics, bandas desenhadas, filmes, livros ou videojogos adoram vestir-se como as suas personagens favoritas, replicando até a forma como elas falam e se comportam.

Os fatos podem ser feitos pelos próprios, por alfaiates ou comprados em lojas da especialidade. A única coisa que importa é que os fatos sejam o mais detalhados e parecidos com os originais. Entre os dias 12 e 15 de setembro, houve centenas de exemplares assim na Comic Con, que se realizou no Passeio Marítimo de Algés. A NiT escolheu os que mais se destacaram, com uma nota de 0 a 10.

Carregue na galeria para ver as fotos e saber quem estava a interpretar quem.