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Disney criticada por retirar general Li Shang do novo filme “Mulan”

O remake do clássico já está a gerar polémica. Os internautas não apoiam a decisão de retirar a personagem que se supõe ser bissexual.

Depois de “Alice no País das Maravilhas” e “A Bela e o Monstro“, a Disney prepara-se para fazer mais um remake de com atores reais. Desta vez, “Mulan” foi a história escolhida. Embora o clássico só regresse às salas de cinema em 2020, já está a dar que falar.

O jornal “El Español” avança que a Disney vai mesmo retirar o general Li Shang do filme. Lembre-se que na versão original, Mulan disfarçou-se de homem e alistou-se para substituir o pai no exército, já que ele estava doente. O tal general acaba por desenvolver muita cumplicidade com Mulan, não sabendo que é uma mulher, o que levou os fãs do clássico a pensarem que a personagem poderia ser bissexual.

A decisão de eliminar o general do filme gerou polémica nas redes sociais. Aliás, no Twitter há muitos fãs que se mostram “desapontados”.

De acordo com o jornal espanhol, também há quem defenda que a Disney tornou Li Shang bissexual de “de forma acidental” e que não devem querer alimentar esta ideia. Por isso, já se fala de um substituto: o líder militar Chen Honghui.

Outra das novidades deste remake, como a NiT já tinha anunciado, é que “Mulan” quase não vai ter músicas. O filme tem estreia marcada para 27 de março de 2020.