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Cinema

Pandemia provocou uma quebra de receitas de 75% nos cinemas

Em março, as bilheteiras receberam apenas 1,3 milhões, cinco vezes menos do que no mesmo período de 2019.
Como diria Bruno Aleixo: "Calhou cocó"

O resultado era previsível, mas não deixa de impressionar. O encerramento ditado pela pandemia deixou uma forte marca nas receitas de bilheteira das salas de cinema, que reportam uma quebra de 75%, revela o Instituto do Cinema e Audiovisual.

Em março, deslocaram-se às salas um total de 254.673 espetadores, que deram uma receita de 1,3 milhões de euros. O impacto é significativo e basta olhar para o período homólogo em 2019, que registou mais de um milhão de espetadores para 5,8 milhões de euros de receita. Olhando para os primeiros três meses do ano, a quebra foi de 18,7% no total de espetadores e de 17,4 na receita.

Neste trimeste, há a registar ainda o filme mais visto pelos portugueses: trata-se de “1917”, vencedor de três Óscares, com 328 mil espetadores. No plano nacional, a produção portuguesa mais vista foi mesmo “O Filme do Bruno Aleixo”, com perto de 24 mil espetadores.