Cinema

Todas as diferenças entre os dois filmes de “A Bela e o Monstro”

SPOILER ALERT. Que LeFou é gay já toda a gente sabe mas há uma canção nova de Céline Dion, Stanley Tucci é um piano e descobre-se o que aconteceu à mãe de Bela.

Há meses que se contam os dias para a estreia de “A Bela e o Monstro” e o momento chegou finalmente. A versão com imagem real, que retoma o clássico da Disney de 1992, estreia esta quinta-feira, 16 de março, em Portugal e quem já viu o filme não ficou nada desiludido — incluindo uma repórter da NiT que chorou oito vezes.

A nova versão não se limitou a substituir os desenhos animados pelos atores Emma Watson e Dan Stevens mas acrescentou-lhe inúmeros detalhes, incluindo a primeira personagem gay da Disney. O projeto realizado por Bill Condon é muito maior do que o filme de animação (tem 2h09 em vez de 1h24) e, por isso, tem mais tempo para explorar o passado dos protagonistas, como o que aconteceu à mãe de Bela ou como o Monstro era tratado pelo pai.

Céline Dion volta a fazer parte da banda sonora mas, em vez de interpretar o tema “A Bela e o Monstro” (que passou agora para John Legend e Ariana Grande), tem uma canção nova, “How Does a Moment Last Forever”.

Antes da estreia, veja todas as diferenças entre o filme de animação e a versão de 2017. Mas, cuidado, só pode avançar se não tiver medo de feitiços e spoilers.

Há canções novas

“How Does a Moment Last Forever” aparece em vários momentos do filme e, se pensa que reconheceu a voz, acertou: é mesmo Céline Dion. Bela chega a cantar parte da canção, que é retomada depois pela canadiana já nos créditos. O compositor Alan Menken criou ainda “Days in the Sun”, que os funcionários do castelo cantam enquanto recordam a sua antiga vida de humanos, e “Evermore”, interpretada pelo Monstro depois de ele libertar Bela.

 

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