Beleza

Afinal, como é que estão a funcionar os cabeleireiros mais famosos de Lisboa?

A NiT esteve no Slash Creative Hair Studio, Jean Louis David e no Metro Studio Hair e conta-lhe tudo.
No Slash Creative Hair Studio.

Até há dois meses, quem entrava no Slash Creative Hair Studio, na Rua Dona Estefânia, em Lisboa, era recebido com uma bebida. Desde que abriu, em 2015, que este salão de beleza se tornou num dos espaços mais cool da cidade, onde não se vai apenas cortar ou pintar o cabelo — vive-se também uma experiência social.

Contudo, devido à pandemia de Covid-19 que assombra o País desde março, as regras do jogo tiveram de mudar. Além de já não ser servido o copo de vinho ou sumo, os clientes têm de entrar sozinhos, sem trazerem a muitas vezes habitual companhia.

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Estas foram, para Olga Ferreira Hilário, art diretor do espaço, as medidas mais impactantes que teve de tomar. De resto, não se sentiu grande diferença — afinal, tirando o uso obrigatório de máscara e o álcool-gel à entrada (também novidades), o Slash já usava material de uso único reciclado, pagamentos por multibanco e desinfeção do espaço entre clientes.

Como o salão é grande, consegue receber cinco pessoas em simultâneo — existe três cabeleireiros, um assistente e uma rececionista — e atender no máximo 18 pessoas por dia. As marcações, essas, também não se alteraram: continuam a ser feitas como antes: por telefone, Facebook, Instagram ou e-mail.

O mesmo cenário tem acontecido na Jean Louis David do Centro Colombo, também em Lisboa. Neste espaço da cadeia francesa, as recomendações da Direção-Geral da Saúde têm sido cumpridas ao pormenor. 

Desde que reabriu, a 4 de maio, que não entra um único cliente sem que lhe seja medida a temperatura. Toda a equipa de funcionários usa sempre máscara protetora e tem de optar por óculos ou viseira. 

Quer o material de corte ou máquinas como a cadeira e tocador são desinfetados à frente dos clientes — que tem sempre gel desinfetante à disposição. Também eles têm de entrar no estabelecimento com máscara.

Outro dos procedimentos obrigatórios é o uso de luvas e ponchos descartáveis, sempre os os trabalhos o permitem — as toalhas, essas, também são de uso único. Quem tiver casaco e quiser tirá-lo durante o atendimento saiba que os agasalhos serão guardados em capas plásticas.

A NiT passou ainda pelo Metro Studio Hair, na Rua do Crucifixo, outro espaço de beleza de culto em Lisboa. Neste espaço arejado funciona cadeira sim, cadeira não, de forma a manter o distanciamento recomendado de dois metros entre clientes.

Como o salão tem um segundo andar é possível atender pedidos em duas salas. Os funcionários, esses, usam máscara e viseira, de forma a garantir que não existe a mínima propagação de coronavírus.

Sempre que um serviço é terminado, toda a área é cuidadosamente desinfetada e só os material estritamente necessário é que se encontra visível. Aqui, tal como nos outros salões, as marcações funcionam ou telefone ou redes sociais.

A NiT tentou entrar em contacto com o Griffe Hair Style e com o Hair Fusion, mas até à data de publicação deste artigo não obteve resposta.

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