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Tem 16 anos, criou um negócio de doces na quarentena e está ser um sucesso

Orlando Read está no 11.º ano e durante a Páscoa andou por Sydney a entregar encomendas de donuts, bolachas e muito mais.
O objetivo é continuar a estudar e fazer bolos.

Muitos passaram a Páscoa em casa a comer chocolates, amêndoas, ovos e a ver filmes em serviços de streaming. O mesmo não aconteceu a Orlando Read. O jovem australiano de 16 anos, percorreu grande parte de Sydney a fazer entregas de donuts, bolachas, cupcakes e bolos. Aproveitou a quarentena para aperfeiçoar o negócio de sobremesas, o Orlando’s Sweets, que já tinha começado há três anos.

Em 2017 fez o primeiro bolo de dimensões consideráveis para o aniversário do irmão, que fazia 21 anos. “Fiz só para me divertir, para ver como seria, mas foi um sucesso. Algumas pessoas da festa quiseram também que fizesse os bolos para os seus aniversários e foi assim que tudo começou”, explica Orlando Read ao “9Honey”.

Tem apenas 11 anos.

Durante o isolamento, além dos estudos que continua a fazer à distância (está no 11.º ano), aproveitou para desenvolver a marca, criar mais doces e fazer entregas com o pai, Brendan, em Sydney, tudo para ajudar a que quarentena fique mais saborosa.

Alisha Henderson, uma pastelaria e amiga de Orlando, até criou a hastag #CakeMailAustralia para o incentivar, mas motivação é o jovem tem tanto como farinha na cozinha. “Vi muitos padeiros espalhados pela Austrália e pelo mundo a fazer este tipo de trabalhos. Ainda vou fazer várias caixas durante este período.”

Em semanas normais, eram apenas dois os bolos que tinha encomendados, mas nas últimas semanas os pedidos aumentaram. “As pessoas ficam felizes por receber um produto caseiro, que não existe nos supermercados. Assim também é um incentivo a permanecerem em casa para comprarem outro tipo de artigos.

Tudo começou com um bolo de aniversário para o irmão.

É na cozinha da casa dos pais, que até é de dimensões consideráveis, que todo o trabalho é feito. Tem os equipamentos normais que todos temos em casa, nada industrial. O fim de semana da Páscoa foi o mais crítico até agora.

Em 48 horas teve de preparar mais de 40 caixas com pedidos que foram todos entregues. Os donuts de caramelo salgados foram um sucesso, mas criou ainda brownies, cupcakes, cookies e bolos, muitos com motivos alusivos à época.

“Não faço isto pelo dinheiro. Fico feliz por ver que as pessoas ficam a sorrir por receberem algo feito por mim.”

As caixas da Páscoa foram um sucesso.

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