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Big Fish: o novo poké bar de Lisboa onde tudo está pensado para o Instagram

Cada um dos lugares ao balcão tem um foco de luz direcionado para o prato para que não lhe falte nada. Abriu no Cais do Sodré.
Ao balcão vê tudo o que se passa na cozinha.

As taças da moda chegaram ao Cais de Sodré, em Lisboa. O Big Fish é o novo projeto do grupo Multifood, responsável por conceitos como o Pesca, Sala de Corte e o Coyo Taco. Está a funcionar desde 15 de abril e é amigo de instagramers e de quem gosta de tirar fotos para as redes sociais. Nos pratos principais do menu só encontra poké bowls. Se ficar num dos lugares ao balcão tem um foco de luz direcionado para o prato, tudo para que o enquadramento fique perfeito.

“Os poké são uma tendência, mas achámos que estavam um pouco mal cotados e associados ao take-away. Quisemos fazer um espaço onde se junta a qualidade dos ingredientes, serviço e ambiente”, explica à NiT o chef Luís Gaspar. É costume vê-lo mais ligado às carnes na Sala de Corte, mas no Big Fish virou-se para o peixe e pensou em grande parte das opções que são servidas.

Rui Sanches, um dos responsáveis pela Multifood, convidou Andrew Mayer para criar em conjunto com Luís Gaspar as propostas deste restaurante. O americano é o fundador da Poke OG, um dos restaurantes de Miami (EUA) com a especialidade havaiana. “Seguimos a base tradicional e fomos também para o lado mais japonês.” Introduziram ainda alguns ingredientes mais portugueses, como é o caso da cavala.

A base mais usada nestes pokés é o arroz, ao contrário de outros espaços do género em que é a quinoa. “Temos um arroz japonês com um bago especial. Fizemos vários testes até chegarmos ao ideal para o tipo de poké que queríamos apresentar.”

Ao balcão, em forma de U, estão a maioria dos lugares, 20. A cozinha fica ao centro e é possível ver todo o cuidado com que os chefs prepararam as taças. O arroz e o peixe são pesados numa balança, tudo para que não sejam servidos em menor ou maior quantidade.

“O objetivo é que os pratos sejam o mais homogéneos possível.” Depois acrescentam-se os restantes ingredientes. São colocados juntos numa taça de inox e temperados com molhos. Depois, sim, é colocado debaixo do foco de luz e está pronto para a fotografia.

No menu encontra nove sugestões de poké. Tem o Big Fish, o mais tradicional, com atum, cebola doce, cebolo, alga wakame e cebola crocante (18€); o Blue Ocean, o mais português, com cavala, edamame, cebola roxa, muxama de atum e cebola crocante (14€); ou o Veggie Truffle, uma sugestão sem peixe que junta tofu, cebola doce, cebolo, algo nori e feijões de wasabi (12€).

Antes do começo da refeição há um snack oferecido, preparado com aparas de peixe que sobraram. “Temos sempre a ideia da sustentabilidade e do desperdício zero. Um dia este snack pode ser de atum, mas no outro já há de salmão.” O arroz cozido que sobra é usado para fazer crackers.

Como entradas tem sopa miso (4€); o tuna musubi, muito idêntico a uma peça de sushi com atum, arroz e wasabi (10€); e ainda um sashimi de vieiras braseadas (15€).

Tudo isto para acompanhar com um dos cocktails de autor criados por Fernão Gonçalves. Experimente o Vodka Colada (6€), com vodka, baunilha, coco e abacaxi (6€); ou o Mai Tai, com rum, lima, abacaxi e amendoim (9€). Aproveite ainda a carta de sakés. As garrafas fazem parte da decoração no balcão do restaurante. Há opções para pedir em copos.

Além dos lugares à volta da cozinha, há duas mesas, com capacidade para quatro pessoas cada, junto à janela virada para a rua. Esta tem uns desenhos ovais a fazer referências a escamas de peixe.

Carregue na foto para conhecer melhor o Big Fish.

localização, contactos e horários

morada
  • Big Fish [ver mapa]
    Rua da Moeda, 1 G, Lisboa
    1200-275 Lisboa
    localizações
    Lisboa, Cais do Sodré
site e redes sociais
horários
  • Das: 12:00
  • Às: 00:00

ficha técnica

tipo(s) de cozinha
Saudável
intervalo de valores
Entre 10€ e 20€