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gourmet e vinhos

Tem três dias para comer todos os doces conventuais que aguentar

Abrantes volta a ser a capital da doçaria com sugestões de várias regiões do País. A feira acontece no final de outubro.
Abrantes é a capital da doçaria.

Brisas do Tâmega, queijadinhas de São Gonçalo de Amarante, Ovos Moles de Aveiro, pastéis de Tentúgal, cornucópias de Alcobaça. E podíamos continuar. No final de outubro, Abrantes volta a receber a feira mais calórica do País, dedicada ao melhor da doçaria conventual. É a 18.ª edição do evento que invade mais uma vez o centro da cidade.

A Feira Nacional de Doçaria Tradicional acontece de 25 a 27 de outubro. Há doces que voltam a repetir presença no evento. É o caso dos pastéis de feijão e do bombom de figo negro de Torres Novas; dos coscoréis da Sertã; dos queijinhos do céu de Constância; dos rebuçados de ovo do Alto Alentejo e do bolo fidalgo.

Entre as novidades no evento estão o pastel do Curral, que chega da Madeira. Mais típicos, e que facilmente encontra em todo o País, são a barriga de monge, as broas, os suspiros, as cavacas e o toucinho do céu. Nos vários stands há também a hipótese de comprar e experimentar licores, bolachas, mel, marmeladas e até compotas.

Durante os três dias, acontecem ainda várias atividades. Tem oficinas de doçaria para apreender receitas tradicionais, exposições, animação infantil e até ações de desporto. É no último andar do Mercado Diário de Abrantes que as poderá realizar.

Esta feira realiza-se todos os anos desde 2002.